sábado, 29 de agosto de 2015


Queridos leitores do blog, com grande satisfação compartilho com todos o periódico onde foi publicada a elevação da Freguesia de Moju à categoria de Vila. Nestes 159 anos, depois de "indas e vindas' o município ao longo de sua história sempre foi um dos mais importantes do estado do Pará, especialmente durante o período colonial, donde aqui por este rio era rota para se chegar ao Rio Amazonas, onde funcionavam os maiores engenhos e seus sobrados magníficos, lugar escolhido pela Coroa Portuguesa para instalar uma fábrica de navios e que os exploradores deixavam suas impressões sobre tudo que viam de lindo. Aqui residiu o capitão Antônio Dornelas (Dorneles hoje) proprietário do Engenho Guajará que doou parte de sua sesmaria para a criação da Irmandade do Espírito Santo.
Este arquivo está disponível no acervo digital da Biblioteca Nacional para acesso. Compartilhe e nos dê os créditos.

Vandilson Ferreira, um mojuense pela memória mojuense

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Fragmento da história política mojuense


Notícia do jornal Diário do Pará de 15 de Maio de 1984, há 31 anos.

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Novo endereço do blog Moju Rio das Cobras


A partir de agora o blog está em novo endereço, porém, com a mesma dinâmica e objetivo, que é levar informações a respeito da história e cultura local. Temos muitas informações inéditas que logo estaremos postando. Tentaremos reconstruir um pouco da história deste município tão importante para o estado desde sempre, porém por falta de divulgação e pesquisa pouco se sabe sobre ele. Nosso trabalho é esse, pesquisar e divulgar! Contamos com o apoio de todos para esta nossa empreitada histórico-cultural!


O Blog.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

DIVINO ESPÍRITO SANTO DE MOJU, 261 ANOS DE FÉ


Com o tema "NA FORÇA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO, VIVAMOS A ALEGRIA DO EVANGELHO", a Paróquia de Moju celebrará 261 anos de história. Momento em que a comunidade católica imbuída de fé e cristandade, homenageia o padroeiro de todos os mojuenses.Conta a estória popular que um dia, à tardinha, quando um senhor chamado Antônio Dornelles estava na ponte de sua fazenda avistou algo brilhar à margem do Rio Moju, que lhe chamou atenção e logo, mandou um de seus escravos averiguar qual objeto produzia tal brilho. O escravo retirou então da lama um objeto dourado em forma de pomba, que logo foi identificado como a pomba do Divino Espírito Santo. Antônio Dornelas de posse da Pomba do Divino mandou confeccionar uma coroa de prata para colocar a Pomba, e erigindo uma pequena capela que logo se tornou centro de animação da fé do povo mojuense.
A festividade acontecerá no período de 17 a 23 de maio. Confira abaixo a programação:









quinta-feira, 14 de maio de 2015

Quem vai ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou!


QUEM VAI AO PARÁ, PAROU. TOMOU AÇAÍ, FICOU"

Embora muitos acreditem que esta frase cantada no carimbó Garota do Tacacá de Pinduca tenha sido criada por ele. Ela na verdade atribuída ao padre jesuíta João Daniel (24 de julho de 1722-19 de janeiro de 1776) que atuou na Amazônia no Séc. XVIII (entre os anos de 1741-1757).
O padre João Daniel ao navegar pelo rio Moju, na década de 1740, apresenta em sua obra Tesouro Descoberto no Máximo do Rio Amazônas o que vê na paisagem, pintando uma tela com palavras; descrevendo os sítios que ficavam às margens do rio, que mais mereceriam o nome de grandes quintas: "Esmeram-se porém tanto nas suas moradias os donos destas quintas, ou sítios, que fazem uma muito alegre perspectiva [sic] aos navegantes; e com mais razão se podem chamar grandes, soberbos e magníficos palácios do que casas de campo: e em muitos tem os seus moradores boas capelas e igrejas [...]. E posto que alguns moradores tem tantos escravos, ou fâmulos, que podiam constituir uma pequena vila [...]

Fonte: http://docvirt.com

sábado, 6 de setembro de 2014

Expedição Terra visita o projeto Filhos do Quilombo em Moju


A equipe do Expedição Terra, tendo como apresentador Max Fercondini visitou o Projeto Sociocultural Filhos do Qulombo, desenvolvido nas comunidades África e Laranjituba, tendo como fundador e líder o jovem Raimundo Magno Araújo. Este projeto tem como objetivos a organização, qualidade de vida e valorização da cultura dos povos remanescentes de quilombos. A atividade principal é a produção de farinha. A comunidade também cultiva açai e outros produtos naturais. Além disso, contam com uma pequena cerâmica onde são produzidos diversos artefatos de barro.
Confira abaixo como se deu a visita do programa na comunidade.


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