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POSTAGENS

Quando nestes novos tempos tivemos a ordenação na diocese de Abaetetuba, da qual faz parte a paróquia de Moju, de alguns padres desta nova geração, os padres Milton e Renan Martins.
Porém, na história de nosso município, o que muitos não sabem é que já tivemos outros padres, conforme descreveremos abaixo.
  • Alexandre Justiniano Gonçalves, natural de Moju, ordenado na primeira década dos anos de 1800 pelo Bispo D. Manoel de Almeida de Carvalho;
  •  João Antonio de Souza e Silva, natural do Moju, ordenado no dia 13/10/1828 pelo Bispo D. Romualdo de Souza Coelho;
  • José Serapião Ribeiro, natural de Moju, ordenado no ano de 1854 pelo Bispo D. José Afonso de Morais Torres;
  • Estevão Costa Teixeira, natural da localidade Cairari, Moju, ordenado no dia 15/5/1883 pelo Bispo D. Antonio de Macedo Costa. Em 1913 o Cônego E. Teixeira tornou-se o vigário da Paróquia de Abaeté, no tempo do Intendente Municipal Domingos de Carvalho (período de 1913 a 1915). O Padre E. Costa Teixeira ficou por estas terras até 1916.
Nesta postagem queremos falar um pouco do Pe. José Serapião Ribeiro, que além de suas funções sacerdotais, foi delegado literário, nomeado em 02 de janeiro de 1877 e também era simpatizante do Partido Liberal, sendo eleito vogal na 7ª Legislatura, no período de 1892 a 1893, cujo intendente foi o Coronel Diogo Henderson.
Ele também realizou o primeiro casamento civil registrado no Cartório Santos, conforme consta nos autos: "RAYMUNDO EGÍDIO FORO com ANTONIA DOS REIS, celebrado às 08:30 horas do dia 26/01/1876. O ato foi lançado no livro nº 01-B, fls. 01, sob o número de ordem um (01). Celebrado na Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, Perante o Reverendo Pároco Padre José Serapião Ribeiro, foi registrado pelo Escrivão de Paz José Catharino do Nascimento. Do termo consta ainda que o Pároco “lançou aos nubentes a benção nupcial depois de cumpridos os preceitos canônicos, segundo o costume do Império.


Faleceu no ano de 1893, conforme noticiado no jornal O Democrata, no dia 31 de maio de 1893. Confira abaixo a mensagem fúnebre.

MOJU
PADRE JOSÉ SERAPIÃO RIBEIRO

"Depois de longos e penosos sofrimentos, faleceu nesta vila, na madrugada de ontem, o virtuoso sacerdote, padre José Serapião Ribeiro, vigário da paróquia e cidadão respeitável por todos os títulos.
O padre Serapião Ribeiro nasceu no Moju e ainda menino recolheu-se ao Seminário, em Belém, de onde saiu ordenado em 1855; saiu em missão por ordem do governo do Bispado para o AltoTapajós e voltando à capital, ocupou o lugar de censor no Colégio Paraense, depois foi vigário de S. Miguel do Guamá,e de 14 de fevereiro de 1864 até ontem paroquiou o Moju, onde o povo o venerava e estremecia.
Nesta localidade exerceu muitos cargos de eleição e nomeação e era geralmente respeitado por seus paroquianos, os quais lhe fizeram as honras fúnebres a que tinha incontestável direito, sendo o seu enterro o mais concorrido a que no Moju já se tem visto.
Desde às 2 horas da tarde o povo começou a fluir a casa de residência do ilustre morto, e às 5 horas quando teve lugar o saimento, já era impossível a entrada na casa e mesmo o trânsito nas ruas.
Homens, mulheres e crianças, enfim, tudo correu para ir fazer suas últimas despedidas a aquele que, durante um período de 30 anos, soube ser amigo de seus paroquianos e o verdadeiro levita do Senhor.

Moju, 24 de maio de 1893

                                          Um amigo.

Um Salve à memória do padre José Serapião Ribeiro. Se alguém conhecer seus parentes mojuenses nos reporte para que possamos fazer as devidas honras.

Em postagem anterior já havíamos falado sobre o lançamento do novo livro do professor Tiese Teixeira, fato que aconteceu nesta segunda, 06 de março durante o II Colóquio Dinâmica Sociocultural na Amazônia, evento realizado pelo Programa de Mestrado Interdisciplinar da UNIFESSPA, durante a abertura do calendário acadêmico da turma 2017 do mestrado da UNIFESSPA do Campus I de Marabá.
O site Memória Mojuense, juntamente com outros parceiros realizará o lançamento também aqui em Moju, em data prevista para o dia 31 de março próximo. Será uma grande honra para nós realizarmos este evento, que com certeza será também um marco para a história de nosso município.
Em momento oportuno daremos mais detalhes sobre o Sarau de Lançamento. Fique ligado!

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Moju em 1911, de acordo com o Almanak Laemmert

Almanaque Laemmert (pelo título original, Almanak Laemmert) como é conhecido, denominado Almanak administrativo, mercantil, e industrial do Rio de Janeiro é considerado o primeiro almanaque publicado no Brasil. Editado no Rio de Janeiro, entre 1844 e 1889, pelos irmãos Eduard e Heinrich Laemmert. Mas autores argumentam que o Almanaque da Bahia seja o mais antigo do Brasil.
Originários da cidade de alemã de Rosenberg, no Grão-Ducado de Baden, os irmãos Laemmert fundaram a Livraria Universal e a Tipografia Laemmert, pioneira no mercado tipográfico brasileiro.
Com textos sobre a corte brasileira, os ministérios e a legislação imperial, para além de dados censitários e até propagandas, o Almanaque Laemmert tornou-se fonte fundamental para a compreensão do cotidiano brasileiro do século retrasado.
Atualmente, o acervo do Almanaque, que conta com 46 edições e com cerca de 55 mil imagens, foi disponibilizado pela  OBJDIGITAL por meio de seu sítio de Internet.
Em sua edição de 1911-1912 traz informações importantes e também algumas curiosas sobre Moju, conforme podemos conferir abaixo.
O município de Moju possui clima ameno e saudável. Os seus habitantes cultivam ativamente farinha de mandioca, arroz, milho e feijão, sendo as suas principais produções a goma elástica borracha, madeiras, cacau, castanha, breu, azeites de andiroba, e de pataná, jutai-seca, etc. Também exporta couros, jabotis, estopa, chapéus de cipó, cordas de curaná, laranjas, melancias, ananazes e muitas espécies de frutas que o solo produz.
Presume-se a existência de ouro no alto rio Moju. Já em tempos remotos, o Sr. Antônio Corrêa de Miranda, proprietário da fazenda Santo Antônio do rio Moju, subindo o rio com um profissional, procedeu a escavações em certa paragem, extraiu grande quantidade desse metal. Tendo o referido mineiro, que se chama Hilário Martins, seguido para a Bahia, seu estado natal, com parte do ouro que lhe tocou, lá faleceu, não tendo com isso continuado a exploração do Sr. Corrêa de Miranda à falta de pessoal habilitado para ela. Entretanto, até hoje, todos quantos sobem ao alto Moju, afirmam a existência ali de muito ouro, porque em qualquer gruta, enseada ou igarapé, como na mesma praia chamada Dona Januária, é visto muita malacacheta, sinal infalível da existência do ouro. Há mesmo ocasiões em que a praia Dona Januária parece estar toda coberta de ouro, e até o leito do rio, onde quer que a nossa vista alcance. O panorama é imponente e deslumbrante.
Possui o Moju muitas cachoeiras formadas de granito de superior qualidade, como gnessico, pegmatico, calcite, calcário, quartzo, cristal, grês e muitas outas qualidades de pedras aproveitáveis para construções prediais.
Existem no alto Moju grandes seringais ocultos e é provável a existência de cauchaes. As cachoeiras são abundantes desde a foz do rio Moju, em diversos lugares de suas matas; acima, porém, da cachoeira Jararacuera existem florestas naturais de castanheiras.
A Vila de Moju comunica-se com a cidade de Abaeté por meio de uma estrada de rodagem na extensão de 24 Km. Os habitantes dos rios Ubá e Jambuaçu também comunicam-se com o Moju por meio de uma estrada de rodagem cuja extensão é superior a 12 Km. Estas estradas se acham em perfeito estado de limpeza e trânsito.
O rio Moju oferece franca navegação aos vapores de pequeno e grande calado. A sua largura é variável entre 280 e 300 metros no máximo e 150 a 180 no mínimo; e sua profundidade é de 10 braças em certos lugares do canal, que varia de 3 a 5 braças em suas margens.
A sua população é composta de 600 habitantes, sendo a de todo o município calculada em 10.000 habitantes, dos quais 603 são eleitores, até a revisão eleitoral de 1909.
Funciona na Vila de Moju o Clube Recreativo Dr. João Coelho, próspera sociedade fundada em 7 de setembro de 1907.
A Vila de Moju é constituída por cinco ruas – da República, do Capitão Antônio Dornellas, General Gorjão, Marechal Floriano e Humaitá. Três travessas – 7 de Setembro, 15 de Agosto e 16 de Novembro; duas avenidas – Marechal Bittencourt e 15 de Novembro; duas praças – a do Divino Espírito Santo e São Benedito. Contêm 110 casas, estando ainda algumas em construção. Seus edifícios públicos são: a Intendência Municipal, a cadeia pública, o Grupo Escolar Dr. João Coelho, curro público, et. Avulta a bela Igreja Matriz que se acha em obras de reconstrução. Existem 2 cemitérios regulares, sendo a vila servida por três pontes particulares e um trapiche público coberto de ferro zincado, e iluminação pública feita pelo sistema de gás acetileno.
Funcionam na Vila de Moju o juízo substituto, a coletoria estadual, subprefeitura de polícia, cartório de registro civil e o comando da 2ª brigada da Guarda Nacional.
Administração Municipal
Intendente e Presidente: Cel. Diogo Henderson
Vice-Presidente: Cap. João Raimundo dos Reis
Vogais: Cap. José Francisco de Sarges e Cunha, Cap. Feliciano Ferreira Maia, João Cristino Franco, Cap. Manoel Porfírio de Lima.
Secretário: Ten. Cel. José Barbosa de Castro Lima
Tesoureiro: Ten. Agostinho Santos Maia
Fiscal geral: Maj. Jorge Henderson
Fiscais: Antônio Manoel Cristão, Ten. Basílio Fagundes da Silva, Manoel Tourão Casqueiro, Ten. Pedro Emídio da Costa e Alf. Raimundo Paraense Braga.
Porteiro: Lopo Ferrão de Sousa.
Administrador dos cemitérios: José Narciso Martins
Diretor de iluminação: José Antunes dos Santos
Administração Judiciária
Oficiais do Registro Civil: Ten. Arthur de Sena Monteiro (Vila do Moju) Alf. Filipe de Castro Pires (Freguesia de Cairari)
Administração Policial
1º Distrito (Vila): Subprefeito: Maj. Jorge Henderson – Escrivão: Ten. Agostinho Santos Maia
2º Distrito (Jambuaçu) Subprefeito: Cap. Firmino João da Mata e Sousa Brabo – Escrivão: Emiliano Antônio de Almeida
3º Distrito (Baixo-Moju): Subprefeito: Olímpio Pena do Nascimento Bastos.
INSTRUÇÃO PÚBLICA
Grupo Escolar
Diretor: José Francisco de Sousa Vieira
Professor: Alfredo Antônio Malcher
Professoras: Ermelinda Veloso Ferreira, Josefa Neves Pereira Lima, Rosa Lopes Pereira
Porteiro: João Cristino Franco
Criados: João da Rocha Filgueiras e Joaquim da Rocha Filgueiras
Escolas Municipais
Professores: José Domingos do Nascimento (Caeté), Amélia Gonçalves Martins (Jambuaçu) Pertuliano do Nascimento Castro (Jambuaçu)
COLETORIA ESTADUAL
Cap. Marcos Romano dos Santos (Moju)
Jayme da Silva Colares (Cairari)
CORREIOS
Moju: Agente – José Antunes dos Santos
Cairari: Agente – Raul C. Pestana
RELIGIÃO
Estão vagas as duas paróquias
Irmandades
Em Moju: Divino Espírito Santo, São Sebastião, N. Sra. de Santana, São Raimundo Nonato, São Raimundo Penaforte, Santa Luzia, São João, N. Sra. de Nazaré e mais duas particulares.
Em Cairari: Santa Maria, São Sebastião e N. Sra. da Soledade
COMÉRCIO
Negociantes
Antônio Francisco Nunes, Jorge Henderson, M & B Martins e Cia., Manoel Carlos de Lima, Neves & Filho, Pio Gomes de Araújo, Raimundo Bento da Conceição, Samuel & Sobrinho.
Padarias
Moju: Raimundo Bento da Conceição, Manoel Carlos de Lima
Guajaraúna: Frederico Avelino Martins
Jaguarari: Pina do Nascimento Bastos
Jambuaçu: Firmino João da Mata Brabo
INDUSTRIAIS
Fogos
Francisco Machado Lopes (Cairari)
Manoel Almeida Pinto, Raimundo Higino Costa (Moju)
Serrarias
Antônio Ramos de Oliveira (Jambuaçu) e Simão Antônio Gomes (Guajaraúna)
PROFISSÕES
Barbeiros
Ten. Luiz Gomes Lameira e Raimundo Fernandes do Amaral
Carpinteiros: Ten. Estêvão Antônio dos Santos, João Gualberto de Sousa, José da Silva, Marciano Pedro dos Santos, Cap. Marcos Antônio dos Santos, Pedro Rodrigues Maciel
Ferreiro: Clodoaldo Miranda
Funileiro: José Antunes dos Santos
Pedreiros: Crescêncio Manoel Pereira Henrique, João Rodrigues Nepomuceno, Manoel do Nascimento Cabral, Raimundo Romano dos Santos, Ricardo Antônio dos Santos
AGRICULTORES E LAVRADORES
Antônio dos Santos Quaresma, Gerenaldo Antônio do Espírito Santo, Cap. José Francisco de Sarges e Cunha, Manoel Pantoja da Costa, Manoel Antônio de Azevedo, Manoel dos Reis Cardoso, Manoel Cordolo Ribeiro, Ten. Cel. Manoel Carlos de Lima, Maximiano Belarmino do Espírito Santo, Martinho José de Sousa & Irmãos, Raimundo Paraense Braga, Raimundo Antônio de Sousa, Teodoro Antônio de Castro
CRIADORES
Antônio Francisco Nunes, Barata & irmãos, Ten. Basílio Fagundes da Silva, Cel. Diogo Henderson, Francisco Rodrigues de Siqueira, Maj. Francisco Pestana, Cap. Firmino João da Mata de Sousa Brabo, D. Joana de Lima Ferrão, Jerônimo Manoel Cardoso, Manoel Bernardo da Silva, Manoel Carlos de Lima, Manoel Tourão Dias, Pio Gomes de Araújo.
CAPITALISTAS
Antônio Francisco Nunes, Barata & Irmãos, D. Eufrosina Corrêa de Miranda, Ten. Cel. José Barbosa de Castro Lima, Cap. Jaime da Silva Colares, Manoel Bernardo da Silva, Ten. Cel. Manoel Carlos de Lima, Manoel Tourão Dias, Cap. Pio Gomes de Araújo.







O Jornal do Comércio-PR, no ano de 1872, em sua publicação noticia sobre o que acontecera durante as eleições em Moju neste mesmo ano, que consideramos serem a da 2ª legislatura (1973-1976). O texto foi atualizado para uma melhor compreensão.
Diz então a notícia:
Belém, 31 de agosto de 1872.
Estão passadas as eleições primárias, sem que durante elas houvessem as grandes coisas que se temiam.
Algumas cabeças quebradas de quem não as tinha muito bem reguladas, em Santana e na Sé; banda musical de cacetes na Vila de Moju; remadas e solfejos de pau nas costas dos votantes em Bragança (...)
No Moju a desordem começou, como em toda parte, por algumas reclamações sobre identidade dos votantes; desentendidos, deram lugar a um conflito, de que resultou ficarem alguns feridos, e um deles, (o Tenente-Coronel Feio), gravemente, tendo o crânio fraturado. Durante o tumulto e desordem a urna foi levada em charola (padiola em que se levam as imagens sacras nas procissões; andor) para a beira do rio e atirada ao fundo d’água, como se os peixes, tartarugas e jacarés também tivessem de deitar nelas seus votos!
Texto extraído do Jornal Estado do Pará, de 23 de abril de 1911, enviado pelo leitor que assina como Manoel Buarque, o qual não podemos identificar quem seria este cidadão, tendo em vista que não deixa mais nenhuma informação sobre si. No texto faz referência ao governador João Coelho, nosso ilustre concidadão. O arquivo está disponível na Hemeroteca Digital Brasileira.






MOJU
Assente em um terreno acidentado, na beira da mata, a sua casaria branca dá ao Moju um aspecto encantador, galhardo.
Diversas vezes visitei essa pequenina vila, dela trazendo sempre as mais gratas recordações, porque ali respira-se um ar de vida e de progresso e se espraia a vista pelo panorama que desenha o rio e a mata espessa, exuberante da seiva com que a natureza dotou as regiões amazônicas, onde se observa sempre o infinito das águas, o infinito das matas e o infinito dos céus.
Iluminada a acetileno, com pequeno movimento comercial, possui um grupo escolar e um majestoso templo que bem honra ao povo que essa terra habita.
É sede de um dos mais futurosos município do Pará, e dele faz  parte o Cairary que possui muitas riquezas, quer na floresta onde se encontra enorme quantidade de madeiras de construção e árvores preciosas, destacando-se entre todas e abundantemente a seringueira que encanta, seduz e enriquece, quer no solo onde ricas jazidas de ouro existem.
O Cairary é mais conhecido no comércio devido ao delicioso tabaco que se cultiva ali.
É hospitaleiro e bom o povo que habita essa importante região paraense. No alto Cairary, porém, há tribos indígenas que ainda não receberam os influxos benefícios da região ocidental, que em outros países, onde há mais patriotismo e menos politicagem que no Brasil, ilumina regiões mais sombrias que as terras incultas da Amazônia.
O seu clima é quente e úmido como o de quase toda a região norte, e em certas e determinadas épocas reina o impaludismo, porém não intenso como no Acre, para onde todos correm em busca da miragem da riqueza que a ambição procura naquelas longínquas paragens, no passo que Moju é circunscrição judiciária da comarca de Belém!
No dia em que as indústrias que formam as grandezas das nações invadirem a Amazônia, será esse município um dos mais importantes deste rico e majestoso Estado, porque tem elementos naturais para alcançar um futuro de prosperidade e glória.
Foi nesta nesga de terra paraense que descrevo agora, que nasceu o atual governador deste Estado, dr. João Antônio Luiz Coelho, cujo governo tem sido uma verdadeira era de restituições.

Honra seja ao Moju!

Manoel Buarque


Caros leitores, em postagem anterior mencionamos a publicação do livro de contos do professor Tiese Teixeira Jr. (Link).
Hoje queremos apresentar exclusivamente o livro de contos "Pelas Margens do Pará", lançado ano passado pela Editora Fragmentos (disponível  aqui). O professor Tiese dispensa apresentações. Mas cabe dizer que já publicou diversos livros, tanto de conteúdo didático, memórias e este de contos, mostrando sua versatilidade literária.
Abaixo a resenha disponível na página da editora:
"A leitura nos proporciona a oportunidade de viajar sem sairmos do lugar, provavelmente, caro leitor, você já ouviu isso. Pelas Margens do Pará vai além... Com uma narrativa leve, descontraída e uma descrição minuciosa do espaço e das personagens, chegamos ao final de cada leitura e sentimos o “gostinho de quero mais”. Tiese Teixeira Júnior nos faz, por meio das palavras, vivenciar realidades que de alguma forma reforça nosso Ser amazônico. Ao escrever não deixa escapar nenhum detalhe, desde o barulho da van ao sair ao cheiro da coxinha que fica no ar. Sem falar da riqueza vocabular regional com que nos deparamos a cada página lida, a cada relato concluído. Um aprendizado das crenças e dos saberes amazônicos sem igual".

O blog nordestino Literatura por Amor da blogueira Priscila Santiago (Fanpage) também fez uma ótima resenha desta obra. O blog faz exclusivamente sinopses de diversos livros, nacionais e traduzidos.
Sinopse: A leitura nos proporciona a oportunidade de viajar sem sairmos do lugar, provavelmente, caro leitor, você já ouviu isso. Pelas Margens do Pará vai além... Com uma narrativa leve, descontraída e uma descrição minuciosa do espaço e das personagens, chegamos ao final de leitura e sentimos o " gostinho de quero mais". Tiese Teixeira Júnior nos faz, por meio das palavras, vivenciar realidades que de alguma forma reforça nosso ser amazônico. Ao escrever não deixa escapar nenhum detalhem desde o barulho da van ao sair, ai cheiro da cozinha que fica no ar. Sem falar da riqueza vocabular regional com que nos deparamos a cada página lida, a cada relato concluído. Um aprendizado das crenças e dos sabores amazônicos sem igual.
O livro está disponível para venda, além do site da editora, nas livrarias virtuais como Americanas, Submarino e também na Livraria Saraiva no Shopping Boulevar em Belém.
Convidamos você a fazer essa experiência de uma leitura prazerosa, com cheiro de mato, barulho de chuva e banho de rio.